Arquivos de junho 16th, 2009
Você está procurando arquivos em SexoCult – Sexo e Cultura Arquivadas no blog para terça-feira, junho 16th, 2009.
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Paul Laffoley, arquiteto americano, pretendia criar um templo extraterrestre sobre o “Ground Zero“, para substituir as Torres Gêmeas. Seu projeto não foi aceito. Nem o projeto do “motor do orgone” (energia sexual)…
Em 1992, Wilhem Reich, o mais brilhante aluno de Freud, seu primeiro assistente na Policlínica Psicanalítica de Viena, descobriu que o orgasmo libera uma energia que deixa feliz e dá força. Nós chamamos isso de prazer. Ele chamou de “orgone”.

A partir de 1933, a sua investigação sobre o orgone tomou todo o seu tempo e o obrigou a encerrar a sua prática particular da medicina. Reich colocou na cabeça que esta energia, a orgone, não é liberada unicamente durante o orgasmo, mas que ele representa uma força vital que sustenta o conjunto da criação – uma espécie de força cósmica, invisível e onipresente, constituindo o fundamento mesmo da existência. Sua teoria é que todos os males humanos resultam de bloqueios no fluxo dessa força. Em conseqüência ele concentra seus trabalhos sobre uma maneira de captar, utilizar, desenvolver e de um modo geral, de manipular o orgone.
Apesar de seus problemas com os nazistas que queimaram seus livros e com cientistas de todos os países que o consideravam um louco, Wilhelm insiste: ele desejava por em funcionamento a máquina do orgone, capaz de captar essa energia vital e libidinosa para depois a liberar em forma de raios. Refugiado nos Estados Unidos (em 1939), Wilhelm Reich chega a desenvolver acumuladores de orgones que ele diz serem capazes de curar o câncer e provocar trovoadas. A CIA desejava financiar seu trabalho… Então ele é acusado de loucura profunda, preso e seus escritos destruídos… Wilhem Reich morreu na prisão em 1957.
A máquina Orgone existe ainda hoje. Dezenas de pessoas ainda estão trabalhando nisso. A maior parte dessas pessoas são gurus manipuladores. O resto são artistas. Paul Laffoley por exemplo. Paul Laffoley nasceu em uma família irlandesa em Massachusetts em 1940. Ele disse sua primeira palavra <<Constantinopla>> com seis meses de idade e depois ficou em silêncio até os 4 anos – diagnosticado como autista leve. Adolescente, para tratar uma tendência para a catatonia, recebeu oito tratamentos de eletro choque. Um mês depois, em Julho de 1961, realizou seu primeiro sonho lúcido. Um sonho com cores incríveis, que ele repetirá sempre em suas pinturas.
