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Recadinho

Queridos Leitores,

Peço desculpas pela demora nas postagens, mas estive hospitalizada nos últimos dias. Agora me recupero de um pequeno susto, mas já estou bem.

Volto a postar amanhã.

Desculpem por não avisar antes, mas parentes e amigos me impediram de chegar perto do computador. Eles me amam!  eles me querem viva! rsss

Beijos!
Até mais,

O strip-tease é chique!

Para você o strip-tease é um ato praticado apenas por mulheres que se despem em frente de homens bêbados e babões, para conseguir alguns trocados?

É ai que você se engana! Strip-tease, pelo contrário, tornou-se chique e elegante! Pelo menos, é isso que andam afirmando por aí…

strip-tease

O strip-tease voltou com força!

Nos Estados Unidos, tournou-se uma atração em todos os lugares “vips” onde se encontram famosos (Bruce Willis ama, parece) e anônimos. No Reino Unido, não se fala em outra coisa que na nova “Nude Atitude” e na Bélgica acaba de ser criada uma escola de strip-tease!

A França não é exceção, muito pelo contrário, acaba de abrir em Paris, em lugar central, um “templo de strip-tease de luxo”. Lançado com grande alarde por Cathy e David Guetta. O templo, chamado “Pure Platinum” (Pura Platina), visa colocar como modo da vez  a arte de se despir sugestivamente, com belíssimas mulheres, coreógrafas, luzes, ambiente chique e chocante.

Para todos os gêneros

É um fato, o strip-tease, é declarado na atualidade como unisex, ele é feminino, mas também é masculino! Assim, os homens se arriscam hoje a ficarem nus, muito influenciados pelo super famoso Chippendale (um dos primeiros clubes de dança masculino lançado há dez anos nos EUA, atualmente tem matriz em Las Vegas e filiais em diversos outros lugares).

Quanto ao strip-tease feminino, ele conhece hoje sua verdadeira popularidade… Os aficicionados vêem no strip uma verdadeira forma de liberação sexual da mulher, um espetáculo que visa ampliar o porder do corpo erótico feminino, uma espécie de festa dos sentidos. Os “desmancha-prazeres”, ao contrário, vêem nisso apenas um exemplo da solidão e da miséria sexual dominante.

Este obscuro objeto do desejo

Para Alain Heril, psicoterapeuta e autor do “Dicionário de fantasias eróticas” (editora Bernet-Danilo), o strip-tease público, pode ser o que for, mas não será jamais um critério de liberação feminina, pelo contrário. Para ele, nessa prática a mulher é relegada à uma posição de um obscuro objeto sexual. “O que é surpreendente, para a psicoterapia, é que o corpo está cada vez mais disponível, ao que parece, enquanto nos consultórios dos sexólogos houve um aumento importante de dificuldades e problemas sexuais”, afirma Alain.

Por outro lado, Violeta Carpentier, diretora de uma escola de strip-tease em Paris, afirma que a dança sensual e a arte de se despir, que para ela é mais que um simples strip-tease, tem como objetivo principal o desenvolvimento pessoal da mulher. “o principal objetivo de nossas clientes não focaliza o casal, mas o seu desenvolvimento pessoal. Uma minoria se interessa pelo tema para apimentar a vida íntima e , muitas vezes, trata-se de uma abordagem que é mais da ordem pessoal que oferece mais surpresas que uma consulta ao sexólogo.”

O que as mulheres querem?

Meredith Chivers é professora de psicologia da Queen’s University de Kingston, Canadá. É profundamente feminista, mas não há ponto de duvidar que o desejo de uma mulher seja como uma floresta obscura que ninguém jamais conseguiu penetrar.

mulheres

Convencida de que esse é um tema de pesquisa muito forte para os estudos do século XXI, ela conduz experimentos estranhos, que têm como objetivo refletir sobre o desejo feminino.

Uma das experiências: homens e mulheres: héteros, gays e lésbicas, sao ligados à um aparelho chamado pletismografia, para verificar os níveis sanguíneos. Cada um deles recebe, igualmente, um teclado para que eles indiquem o grau de excitação. Pouco a pouco são passados filmes eróticos: de sexo hetero, homo, de mulheres se masturbando, homens transando, e, por fim, um homem e uma mulher completamente nus.

Como seria de se esperar os homens héteros mostraram excitação frente ao filme hétero, de lésbicas ou de mulheres se masturbando. Os homo preferiram o oposto: o sexo gay, de homens se masturbando e nus masculinos. E, para muitos homens, os filmes de sexo com animais não foram excitantes. Mas para as mulheres, os resutlados são completamente diferentes.  Sejam elas lésbicas ou hétero, a grande maioria mostrou sinais de excitação com filmes héteros, mas também com os gays e lésbicos. E mesmo com os filmes de animais! Resultado que ninguém compreendeu, porque os resultados da pletismografia não tinham nada a ver com os resultados que elas anotaram nos teclados. Ou seja, o que as mulheres indicaram no teclado pareciam msotrar uma divergência entre o seu desejo mental e seu desejo físico.

Curiosa com os resultados Meredith Chivers procurou apronfundar a investigação, confrontando os resutlados com outros estudos na América do norte. Descobriu, finalmente, que em matéria de sexualidade humana, existem poucos estudos sobre o desejo feminino. O assunto é completamente novo, a medida que se interroga cada vez mais sobre a viabilidade de um viagra feminino. Mesmo assim, Meredith Chivers encontrou 130 estudos, embora todos terminem com um ponto de interrogação.

Na realidade, um dos maiores problemas é que pelo menos 30% das mulheres sofrem de falta de desejo nos EUA, e ninguém sabe como tratá-las. Meredith, tem pelo menos uma teoria para explicar essa discrepância entre a excitação fisiológica e psicológica. A lubrificação vaginal seria, segundo ela, uma necessidade corporal, uma forma de instinto feminino para evitar o desconforto, a dor. Ela não teria, por fim, muita coisa a ver com o desejo de fazer amor.

Outros teóricos dizem que a diferença fundamental entre o desejo masculino e o feminino é provocado pela oxitocina. Um neurotransmissor que apresenta elevados índices nas mulheres com relação aos homens, a oxitocina causa efeitos como o relacionado ao fato de as mulheres terem um maior compromisso com seus filhos, mas mais importante ainda, a ligaçao que as mulheres fazem entre sexo e amor (!). Efeitos que não existem para os homens, porque o hormônio masculino é intrinsecamente ligado ao estrogênio.

Se a oxitocina pode, portanto, estar relacionado com o desejo da mulher, ela não explica tudo. Marta Meana, uma professora da Universidade de Las Vegas, acredita que as necessidades das mulheres permanecem profundamente ambivalentes: “As mulheres querem ser jogadas contra um muro, sem estar em perigo. Elas querem um homem das cavernas que possam cuidar delas “.

Agora, tudo ainda é tema de pesquisas e demonstraçoes, porque resta-nos até agora uma única certeza:  o desejo feminino é floresta escura e difícil de ser penetrada.

Fotos eróticas: nuas na igreja

Os ingleses não são conhecidos pela sua devoção religiosa, e agora: o padre da igreja em uma pequena aldeia na Cornualha, St Michael Penkivel, acusa o fotógrafo Andy Craddock de blasfemar um lugar sagrado. É arte, respondeu o outro, é bonito e não faz mal a ninguém!

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O sacerdote, Andrew Yates, afirma que a autorização não foi concedida. O fato é que, a igreja fornece a hostia e  recolhe os alimentos, mas fotógrafos como Andrew, se beneficiam do impacto midiático.

De qualquer forma, tanto na arte como na estética das fotos eróticas, as imagens de Andy não são comuns.

Se Andy Craddock vive de sua paixão, sua arte, por sua vez, não agrada todo mundo. Principalmente os mais católicos.

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Fonte: Via Union

Dia do orgasmo: 3 razões para respeitá-lo

Hoje, muitos blogs já anunciaram: é o dia do orgasmo! Resolvi então falar sobre 3 bons motivos para parar de fingir um orgasmo e respeitar este momento singular de prazer.

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Simular um orgasmo é tão fácil que pode rapidamente se tornar um hábito. Para tanto basta: fechar os olhos, abrir a boca em /O\, arcar o corpo, relaxar e pronto! temos um “belo” orgasmo, certo? Errado.

Ter um orgasmo de verdade não é assim tão fácil quanto fingir um.  Sobretudo em toda a relação sexual. Depois de escolher a solução mais fácil, e evitar o pior,  do que poderíamos nos culpar não é?

Durante uma pesquisa realizada em 2008, 72% das mulheres relataram ter simulado um orgasmo pelo menos uma vez. Ora, cortejar a virilidade masculina e ganhar a paz, nunca passou pela sua mente?

Se você é uma adepta dessa prática, aqui vai três boas razões para não fingir um orgasmo.

Razão nº1: A maioria dos homens são céticos…
Segunda essa mesma pesquisa, enquanto 72% das mulheres simulam,  55% dos homens duvidam que as mulheres tiveram realmente um orgasmo. Isto significa que, apesar de alguns homens dormirem tranquilamente após o sexo, satisfeitos com sua performance sexual, a maior parte vai dormir sem ter certeza de nada.

Simular um orgasmo é basicamente dizer: “eu não estou feliz com o sexo e não estou absolutamente preocupada com isso!”, pelo menos é o que podem imaginar os parceiros mais sensíveis.

É melhor ter cuidado com essas pequenas mentiras, porque o sexo está sujeito a mal entendidos variados e dolorosos, especialmente quando não se diz nada. Falar, é como arrancar uma tufo de cabelos com cera quente, dói na hora, mas uma vez que se faz, você se sente leve! pelo menos até a próxima vez…

Razão nº2: Reivindique o seu direito de não ter um orgasmo!
O dia da mulher não foi há muito tempo! lembra-se quando marcharam pelas ruas da cidade, assinaram petições, colocaram banners pelo direito das mulheres em todo o mundo? O combate, madames, começa na sua cama, e toma a forma de três letras: Não.  Você tem o direito de dizer, “não eu não gosto disso”, “não eu não quero”, “não, não tive um orgasmo!”. Reivindique  o seu direito ao não-prazer. O prazer (o nome já diz) não é uma obrigação!  Tenha em mente que a mulher perfeita que goza toda vez que faz sexo só existe em filmes pornôs! (exceto raras excessões).

Reivindique o direito de não ter um orgasmo e não precisar se justificar. Você pode até  conversar, discutir, partilhar, sim, mas sem achar que você ou ele são culpados sempre. Comece a dizer não, e abrirá a porta para o “siiiimmmm”!

Razão nº3: Exija um sexo de qualidade!

É preciso pensar o seguinte: se você fingir um orgasmo quando seu parceiro estiver fazendo algo que nao está lhe dando nenhum prazer, você estará incentivando-o a fazer o mesmo número do “super coito”, persuadido de o fazer bem!

Pense nos motivos que a levam a fingir. Deixe claro que você não sente prazer sempre, e que isso não significa que não gosta de fazer sexo com ele, ou coisa parecida. Diga quando não estiver disposta ou propensa ao relaxamento, forçar a situação resulta em sexo de má qualidade e, pior, leva à falta de vontade de repetir o sexo com a mesma pessoa.

Por fim, pensa no porque começamos a fingir que temos orgasmos a toda hora, quando isso não é verdade?

- Para agradecer os homens de sua visita tanto regular quanto infrutifera?
- Para incentivá-los a voltar à nossa cama, apesar de sua pouca eficácia?
- Para se livrar deles rapidamente e para que ele persista errando nas próximas vezes?
- Para provar a ele que ele é bom?
- Por amor???? (será?)
- Para mostrar que somos “normais”?

Se você simula um orgasmo por essas razões, saiba que são as razões erradas!