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Tão antiga quanto a própria humanidade, a masturbação é praticada pela maioria dos homens e das mulheres durante grande parte de suas vidas.

Considerando alguns pedidos; o fato de que ainda não havia falado sobre este tema (diretamente), e, ainda, o excelente material que descobri sobre o assunto, resolvi transcrever os itens mais relevantes de um livro que chegou em minhas mãos recentemente - AMAR: A realidade sobre a vida sexual. Editora Abril. 1977 – devido a data da publicação vou intercalar os estudos apresentados pelo livro (que estarão em itálico) com algumas impressoes e observações que tive ao pesquisar sobre o tema na Internet, acho que pode dar um diálogo legal. Aceito sugestões para o próximo post que será continuação do tema.
Masturbação
A palavra masturbação- citada pela primeira vez pelo poeta Marcial, no século I d.C – tem conotação acentuadamente negativa, pois deriva de “manu” e “strupare”, que significa “sujar com as mãos”.
A maioria das pessoas sente-se envergonhada e culpada por se entregar à masturbação. Alem disso, há o receio infundado de que esse ato solitário provoque toda sorte de distúrbios físicos e mentais.
E, mesmo com as inúmeras confissoes que temos hoje na Internet, observa-se um grande número de questões e dúvidas sobre o ato, encontrei vários fóruns discutindo se masturbação é pecado ou não. Mas porque esse tipo de discussão ainda hoje?
Além do sentimento de culpa, há outras razões que podem levar uma pessoa a evitar a masturbação, ou, pelo menos, a praticá-la com menos frequência. Muitas mulheres, por exemplo, recusam-se a adotar esse hábito por sentirem-se diminuídas ao obterem um orgasmo exclusivamente pela estimulação do clitóris. Essa preocupação aponta para uma acentuada pressao cultural que diz que o orgasmo verdadeiro é aquele obtido na relação sexual com o parceiro, o orgasmo solitário não é saudável, a mulher que se masturba não é capaz de se satisfazer com o parceiro, etc…
No entanto, muitas pesquisas já indicaram não haver qualquer relação significativa entre a frequência de masturbações e o número de coitos praicados pelas mulheres entrevistadas; ou seja, o fato de elas se masturbarem não diminui seu interesse pela atividade sexual.
A Masturbação é prejudicial?
Segundo o ponto de vista médico atual, não há relação entre a masturbação e as doenças de qualquer espécie. Portanto, muitas das preocupações e medos - manifestados como: o fato da masturbação impedir a gravidez, fazer crescer mamas nos homens, prejudicar a relação sexual com o marido, provocar um desenvolvimento exagerado da vulva ou diminuição do pênis – são totalmente infundadas. Mas a força das crenças populares e de mitos criados pela própria medicina alimentaram grande número desses medos que aparecem na fala de diferentes sujeitos até hoje.
Até o ínicio do século XX, muitos médicos acreditavam que essa atividade “enfraquecia” as pessoas, provocava doenças e até produzia insanidade mental se praticada em excesso. Essa crença se originou, aparentemente, da observação de doentes mentais que se masturbavam nos manicômios. Os médicos da época não se deram conta de que aqueles pacientes, por estarem internados, não tinham outras alternativas para aliviar sua tensão sexual, a nao ser por meio da masturbação. Contudo, as observações médicas levaram à conclusão de que tinha sido ela a causa da demência daqueles pacientes. Tratados médicos do século passados continham descrições minuciosas de outras “horrorosas consequências” supostamente provocadas pela masturbação: tuberculose, verrugas e pêlos nas mãos, acne, perturbações digestivas, esterilidade, cegueira, crianças defeituosas, dores de cabeça, prblemas nos seios, anomalias genitais, doenças renais e outros distúrbios.
Para encerrar essa discussão inicial, observe a imagem do famoso quadro Philippe Pinel e as Loucas, de T.R.Fleury, Paris.

Quais seriam os novos conceitos sobre a masturbação? continua no próximo post.
Alguns sexólogos afirmam que os vibradores podem viciar. O artista francês Yann Minh participa, em 30 de setembro, de um colóquio sobre o fenômeno “narcose narcísica” provocada pelo uso, entre outras coisas, das máquinas de sexo.
Então, o que será? adicção ou exploração?
Em Nancy, no mês de Outubro, robôs de sexo e humanos portadores de implantes fálicos passam um final de semana no Festival Internacional de Body Arte, que ocorre no chamado T.O.T.E.M. Souterrain Porte V, dança, espetáculos de rua, concerto e noites de fetiches sobre o tema dos híbridos homens-máquinas. “Nós somos todos híbridos”, explicam os programadores. “Quando o primeiro homem levantou seu primeiro osso para o céu, ele brandiu sua primeira prótese. As armas são próteses. Os brinquedos são próteses. Não sabemos nem mesmo qual deles veio primeiro. Armas ou vibradores?”
Para Yann Minh, artista ciber-punk e criador do “nooscaphe” (uma máquina de beijo imersiva), é o brinquedo erótico que inaugura a era dos humanos sobre a terra. “Me parece certo que os primeiro objetos humanos não foram as facas ou os martelos de madeira como nos contam na escola, mas sim os brinquedos eróticos… que foram progressivamente se transformando em armas, por projeção sexual metafórica.”
Segundo crê Yann Minh, os antropólogos – “sobretudo os católicos” – ocultaram conscientemente a importância do prazer sexual em nossos estudos sobre a humanidade primitiva, para privilegiar as noções de culto à fecundidade.
“Portanto os objetos ditos itifálicos, e as representações sexuais explícitas (…) apareceram ao mesmo tempo que os demais objetos, e não é possível até o momento determinar a anterioridade de uns sobre os outros…há grandes chances, no meu ponto de vista, que o primeiro objeto inventado pela humanidade, agora ancestral da máquina, tenha sido um vibrador, e que foi uma mulher que o inventou.” Diz, Yann Minh
Pode parecer bobagem afirmar que nossos ancestrais tenham desenhado objetos eróticos. Imaginamos que eles tinham coisa melhor a fazer: colher, caçar, pescar, lutar, matar. Sobreviver, afinal. Mas o exame dos objetos primitivos mostra que os homens da pré-história passavam muito tempo talhando, pintando, lixando e polindo objetos de formas arredondadas, em longas noites ao redor chamas de um fogo crepitante.
Mesmo a invenção do fogo testemunha a atenção e paciência em observar os movimentos de vai e vem. “O amor é a primeira hipótese cientifica para a reprodução objetiva do fogo.” diz Bachelard (A psicanálise do fogo). Imitando o ato primordial, nossos ancestrais esfregaram os materiais, até que eles ficassem brilhantes, doces, lisos e penetrantes. Até que eles coubessem na palma da mão e representassem simbolicamente seus corpos (…)
Em “L’amour des gadgets, Narcisse et la narcose” (capítulo 4- Para compreender as mídias), Marschal Mc Luahn escreve:
“ O jovem Narciso toma por uma outra pessoa sua própria imagem refletida nas águas de um rio. Esse prolongamento de si mesmo num espelho confunde sua percepção ao ponto dele acreditar ser este um mecanismo de sua própria imagem que se prolongava repetidamente. (…) O que há de interessante nesse mito, é que ele mostra que os homens são automaticamente fascinados por uma extensão deles mesmos feita de um material diferente deles.”
Yann Minh observa que “os objetos são extensões de nós mesmos que, amplificam nossas funções psíquicas ou cognitivas provocando um estado de estupefação pela sua própria imagem. Nós somos fascinados pela imagem do cyborg ….E, ainda, como somos humanos, diz ele: sucumbimos ao poder que nos confere as máquinas. Quando dirigimos um carro, prótese dos pés, nós nos achamos tão poderosos que dirigimos pelo simples prazer de correr até a vertigem. Uma vez que os limites do carro aguente – como se a simbiose fosse total. É o que Marshall Mac Luhan chama de “narcose narcísica”, agora eles dominam as máquinas.
Os jogadores de vídeo games, os utilizadores de sextoys, os maníacos por aparelhos fotográficos não são mais ou menos “viciados” em suas próteses que os automobilistas, porque eles exploram os novos mundos que lhes oferecem esses objetos. Eles aprendem a se servir deles. Mas atenção: ” Isso não tem nada a ver com os estados dependentes provocados por certas drogas”, observa Yann Minh. “A diferença entre uma real adicção e a narcose narcísica, é que uma vez observado os limites de nosso corpo com esses objetos tecnológicos, nós saímos deste estado de estupefação sem um domínio cognitivo, pelo contrário, nós “voltamos ao mundo” mais fortes pela nova experiência. Nada mais natural, portanto, que este desejo incessante que temos de amplificar nosso corpo: “o uso de instrumentos sexuais, entre outros, faz parte inerente de nossa humanidade. Porque o humano é – desde sua origem – um cyborg, ou seja, um ser que procura sem cessar se relacionar com objetos que lhe deixem mais bonitos, maiores, mais fortes, mais rápidos …”. Isso nos faz deduzir que os vibradores são indispensáveis?
Não necessariamente, diz Yann Minh. “Esses objetos podem inclusive ter o papel inverso, quase castrador”. Para Yann, grosso modo, os vibradores comuns não oferecem ao seu utilizador uma imagem sublimada dele mesmo. Eles não estimulariam, portanto, a imaginação. Sua forma nos remete a sua função puramente prosaica. Podemos considerar, assim, que o efeito de narcose narcísica ficará relativamente reduzido. Isso explicaria a atração exercida pelas novas tecnologias já que, em matéria de erotismo, os robôs e os mundos virtuais oferecem um terreno bastante fértil à imaginação.
“Os jogos imersivos e interativos online, os mundos oferecidos com suas projeções identitárias em forme de avatares audiovisuais, iconográficos, fotográficos, amplificam os processos cognitivos ligados á sexualidade como a sedução, a exibição, o voyeurismo, o fetichismo, e as essas extensões cognitivas, se unem aquilo que os anglo saxões chamam pelo belo nome de (Teledildonic), que são, basicamente, vibradores tele operados pela Internet via USB, oferecendo estimulação cognitiva e estímulos físicos. Esse conjunto (computadores, mundos virtuais, teledildonics, inúmeras redes sociais) produzem uma máquina complexa para o desempenho sexual e emocional amoroso, uma variedade e complexidade comparável a que produz o automobilismo ou o avião para a motricidade, a foto e o vídeopara a memória, as armas para a guerra. E, de fato, possui muito mais utilizadores, um fenômeno próximo e similar a narcose narcísica, que pode dar uma impressão de adicção.” Yann Minh
Yann Minh sabe alguma coisa sobre mundos virtuais, afinal em 30 de Setembro ele se apresentou em Nancy, para testemunhar sua própria experiência de imersão extrema nos universos virtuais. Ele passou dois anos no Second Life, “de 4h a 12h por dia” e relatou suas conclusões no colóquio “Robots Hybrides Cyborgs” que tratou, entre outros temas, das máquinas de sexo.
Tradução livre do artigo artigo Faut-il avoir peur des godes? , de Agnès Giard.
Em minhas raras andanças pelos sebos (o tempo é cruel e não me permite sempre esses prazeres que deveriam ser diários), encontrei um livro interessantíssimo de Emmanuelle Arsan, autora de Emmanuelle, o livro que acabo de adquirir intitula-se A hipótese de Eros (edição 1975), e foi traduzido por Clarice Lispector.

O livro não é atual, certamente, mas seu conteúdo com certeza esta longe de ser ultrapassado, muito pelo contrário.
Um trecho especialmente me chamou a atenção, pelo desprendimento da autora e por suas idéias nada convencionais. Ao tocar a questão do ciúme (tema sempre polêmico e atual) a autora diz o seguinte:
O ciúme
Nada esclarece melhor nossa aptidão em transformar nossos medos em força de caráter do que a lista das mortificações inúteis que nós impomos aos nossos poderes eróticos. O ciúme oferece um exemplo particularmente impressionante e sinistro da iniciação voluntária à solidão. Inconsciência individual ou impostura coletiva, o ciúme quer passar por sabedoria e sagacidade; mas na realidade este delírio maníaco, com todas as obsessões de conservação, é um cálculo de velho, uma reação de perdedor.
O ciúme, com efeito, não é uma força que asseguraria a nossa segurança: o ciúme é uma confissão de inferioridade. Por isto mesmo ele nos coloca em perigo, nos expõe a perdas e golpes, como o fazem todos os gestos apaixonados.
Ser ciumento não é somente ter medo de perder ou dividir alguém que pensamos possuir; significa também que estamos vergonhosamente seguros de que um outro pode lhe dar mais prazer, pode torná-lo mais feliz. O ciúme não é então, como se pretende, um efeito de orgulho: ele é uma humilhação, uma neurose de impotência e de frigidez. Se nós soubéssemos amar, não conheceríamos o ciúme.
Acolher os outros amores do amado, querer amar em profusão para poder amar melhor o seu amante, partir para a descoberta de parceiros e novas experiências eróticas que possam enriquecer a sociedade do casal – todas estas conquistas da imaginação e da audácia sobre o instinto – sem as quais o homem não sairá jamais da infância, ficarão longe de nosso caso alcance durante todo o tempo em que nos recusarmos em chamar por seu nome o nosso medo atávico e suas falsas desculpas.
O oposto do amor
As feridas que esta paixão inflige à beleza do amor já deveriam ter servido para nos abrir os olhos sobre o seu gênio mutilador. Entretanto, uma convenção mais forte do que todo bom-senso continua fazer o ciúme passar não somente por uma virtude, mas também como uma prova insubstituível de amor e uma garantia de sua sinceridade. A frase habitual “se você não tem ciúmes é porque não me ama” traduz uma confusão espontânea (mas alimentada socialmente) entre egoísmo e amor.
Quando analisada honestamente, a conduta ciumenta não aparece nem como um dever nem como um direito, mas como uma escória lamentável da nossa obsessão de possuir. Sob este ponto de vista, o ciúme é o oposto do amor; porque o amor não é uma invenção de nossas faculdades emocionais feita com o objetivo de nos apropriarmos do corpo e do espírito de um outro ser: o amor é uma mutação que nos permitiu sair dos limites traçados pelo caos criador ao corpo e ao espírito isolados. Ele é uma fratura que fizemos nas divisões de nossa natureza, para podermos olhar com outros olhos a pluralidade de suas dimensões. É o amor que salva o nosso consciente do abandono a que ficaria relegado por causa do egotismo conservador e dos fingimentos da linguagem. É o amor quem nos permite escapar do sistema de prestação de contas das coisas, e é ele também quem nos permite fraudar as cotas de intuição e de saber que nos fornecem os mecanismos separadores de nosso cérebro. O amor tira a inteligência do confinamento das células e abre os espaços da poesia. O ciúme fecha sobre nós as portas da solidão.
Emmanuelle Arsan, A hipótese de Eros, Editora artenova, 1975, tradução de Clarice Lispector.
Uma original visão do ciúme e uma surpreendente visão do amor, certamente, mas, me pergunto: quantos entre nós estamos aptos a viver esse amor de Emmanuelle? E quantos sobreviveriam a ele? Eu não saberia dizer. Aliás, eu ainda não consigo formalizar uma opinião sobre a leitura dessa obra, a não ser o fato de que ela é surpreendente e de que nos paralisa com muitas idéias.
Mas, penso que um livro não precisa ser aceito em todos os seus pontos, nem entendido como um manual para um modo correto de amar, obviamente, sua função é nos fornecer meios para pensarmos sobre o amor e a vida, e é justamente isso que nos convida a pensar a autora, já que, para ela, nós vivemos e amamos com medo de viver e de amar. Segundo ela, “(…) nós amamos com medo: rejeitar é então a nossa maneira de amar. Todos os nossos amores são exclusivos, como os nossos clubes. Nós só nos sentimos verdadeiramente entre nós quando obrigamos alguém a ficar de fora (…).”
E você? O que pensa sobre o amor e o ciúme?
Se a menção “Não mentirás!” faz parte dos dez mandamentos, é necessário admitir que hoje em dia mentir é produzir ficção, e produzir ficção é fazer funcionar a máquina das fantasias. Desejo e mentira travam, assim, uma estreita relação.

Que mentimos ao nosso parceiro, que mentimos para nós mesmos, ou ainda, que utilizamos a mentira como trunfo social, e que as pequenas mentiras possuem um lugar em nosso cotidiano afetivo, é inegável.
O dicionário dá a seguinte definição para o termo: “A mentira é a declaração deliberada de um ato contrário à verdade, ou ainda a dissimulação da verdade, a mentira por omissão”.
A mentira é uma forma de manipulação, que também produz desejo. O filósofo Bernard Stielgler em “Amar, se amar, nos amar”, considera que a mentira é a pedra fundadora da sociedade. Não seria a pedra fundadora do casal?
Para a psicanálise, o desejo participa da elaboração da mentira. Porque o desejo não pode ser transmitido a não ser pelo artifício da palavra, (palavras doces sussurradas no ouvido, declaração impetuosa, palavras sugestivas…) o desejo está exposto a não ser traduzido em toda sua autenticidade, com todas as implicações que isso acarreta. O desejo tem algo de tão forte e angustiante, flerta com uma sorte de interditos, de tabus, que ele não poderia ser verbalizado em sua totalidade.
Assim, comunicar o seu desejo é falsificá-lo, é prepará-lo para expô-lo, de modo objetivo e modificado, para que o outro o aceite. Não se diz a verdade sobre o desejo. A mentira é uma forma de revelar algo de nós mesmos, preservando simultaneamente as áreas mais escuras, que os outros não compreendem, não aceitam. As zonas cinzas em que preferimos negar o acesso do outro. Uma maneira de apresentar-nos em nossa melhor forma. Saber mentir sabiamente é também uma forma de se preservar.
” Na raiz da mentira se encontra a imagem idealizada que fazemos de nós mesmos e que queremos apresentar aos outros.” (Anaïs Nin, Journal) Read the rest of this entry »
Ele sonha que você faça um strip-tease. Você deseja lhe oferecer este prazer. Dicas para fazer um strip-tease sensual.

Um pouco de preparação
É bem difícil se lançar em um strip-tease pela primeira vez, por isso é melhor se preparar para este exercício sexy. Como deverá se vestir? Que música? São muitos detalhes a aprender antes do grande dia.
Escolha um tema
Lolita, fêmea fatal, enfermeira… As opções são vastas e variadas. Porque não parodiar uma cena de cinema?
Quem se esqueceu do desempenho de Kim Basinger em 9 semanas e meia? ninguém!.
Jogue o jogo completamente. Você está preparando um strip para seu parceiro, mas você também deve ter prazer em fazê-lo.
Um passeio no shopping é necessário
Nada a obriga, mas é sempre uma surpresa agradável usar uma roupa íntima nova, especialmente nessas ocasiões em que você terá liberdade para usar coisas difíceis de conciliar com um jeans ou roupas de trabalho.
Bem entendido, tudo deve estar em harmonia com o tema escolhido, tudo tem que ser perfeito. Não negligencie os detalhes, eles são fundamentais. (botas, chapéu, chicote … tudo segundo o tema escolhido)…eles se revelam muito úteis para fazer durar e variar a coreografia.
Ambiente
Ao lado, uma decoração com velas espalhadas ao redor da sala para criar uma atmosfera íntima. Para comemorar, separe champagne ou um coquetel afrodisíaco.
O Ensaio
Treinar e repetir a coreografia é importante. Podem ser passos simples em ritmos lentos. Você ficará mais tranquila tendo ensaiado. Acredite.
E, já que citamos o desempenho da Kim Basinger, você pode iniciar com este outro exemplo, bem básico, da mesma música. Veja, todo mundo pode fazer!
Não precisa iniciar com uma coreografia muito complicada, pense nos abaixamentos, na inclinação e nos seus gestos. Cuidado! um show de strip-tease pode ser bem humorado, mas se não levar a brincadeira corretamente, poderá descambar facilmente para o ridículo.
Como no vídeo acima, você pode recorrer a uma cadeira, ou banqueta, não é muito original, mas tem o mérito de auxiliar na variação das posturas e movimentos de sua coreografia. Instale seu companheiro na cadeira e faça a dança em torno dele, esfregando-se às vezes. Efeito garantido.
Preparação geral
Nesta brincadeira você irá revelar pequenos detalhes de seu corpo, por isso deve estar totalmente depilada. Passe pelo corpo um creme ou base ligeiramente cintilante (para capturar o olhar de seu homem) e escolha uma maquiagem que corresponda ao tema escolhido.
O golpe final
Chegamos, finalmente, no centro da questão. Roupa, tema, passos ensaiados, música escolhida, roupas adequadas e fáceis de retirar. Como se desfazer das roupas sensualmente e no ritmo da música? Repita também esses movimentos na frente do espelho. Treine esta etapa (principal) quantas vezes forem necessárias até que você mesma esteja convencida de sua apresentação.

No minuto final, não hesite em fazer durar o prazer, faça gestos de finalização, interrompa e recomece novamente. Reposicione seu parceiro novamente na cadeira, não deixe ele te tomar. Vocè está no comando.
Quando estiver completamente nua, envolva suas pernas em torno dele. (daí a utilidade da cadeira que pode salvar sua primeira performance).
Última coisa: não se esqueça de jogar sempre com o olhar. É fundamental!