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15 jun 2011

Dicas para evitar uma agressão sexual

Pessoal, tem artigo novo na minha coluna do “Não, não para…” . Dá uma espiadinha lá.

Logo, logo um artigo novo aqui.  A vida tá corrida, por isso os artigos estão mais raros, mas vai melhorar!

C´est la vie!

Beijos,

Julia Tenório.

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15 junho, 2011 em 4:15 porJulia Tenório

Publicado em Sexo e Arte | No Comments »

17 jan 2011

Fetiches do mundo antropomórfico: amante-leopardo, tigre, coelho…

Amantes do antropomorfismo podem se maravilhar com os vídeos postados na internet que mostram performances altamente realistas de hibridismo humano e animal.

humanimal11

Os “Furry Fandom” (em inglês) ou “Les furryphiles” (em francês) são os nomes que se dá para os amantes de animais-humanos, ou melhor, amantes de pessoas que se vestem como animais antropomórficos.

Os vídeos são, na verdade, makinf off surreais, realizados pelo fotógrafo Erik Erxon e a maquiadora Beatriz Lopez, que mostram os manequins em uma quase verdadeira mistura de homens com animais, fazendo movimentos característicos de um cão, um tigre ou touro.

As fantasias e maquiagens são tão bem feitas que emanam uma estranha sensação de realismo.

Segundo artigo de Agnes Giard, os adeptos dessa arte sonham em fazer amor com homens-leopardos ou se transformam eles mesmo em criaturas nascidas da experiência híbrida, mas é difícil explicar o que os leva a terem tais fantasias.

Para René Girard é um tipo de desejo “fundamentalmente mimético: queremos parecer com outra coisa ou alguém melhor. Ser em si mesmo, só que mais alto? Mais brilhante? Mais bestial? Pouco importa. Significa jogar com si mesmo um pequeno jogo de trocas e esse jogo é feito de mascáras e espelhos que cercam as fantasias humanas…e o que se olha no espelho, com os olhos do futuro, é a promessa de uma união entre o eu e o eu ideal.”


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17 janeiro, 2011 em 19:59 porJulia Tenório

Tags: antropomorfismo, coelho, fantasias, fetiche, Fetichismo, Furry Fandom, furryphiles, homem-leopardo, humanimal, tigre, vídeos
Publicado em Sexo e Arte | 1 Comment »

21 set 2010

Novo artigo no “Não, não para…”

VEJA LÁ!

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21 setembro, 2010 em 16:07 porJulia Tenório

Publicado em Sexo e Arte | 1 Comment »

13 ago 2010

Homossexualidade: a interdição é pré-histórica?

Marcos García Díez, é  arqueólogo e um dos curadores da exposição “Sexo na pedra”, que será inaugurada no final de setembro próximo em um dos maiores sítios arqueológicos da Espanha, o Atapuerca.

20100806_plaquette_de_la_marche_marcos_garcia_diez2

A ideia central da exposição é mostrar que  ”o sexo ligado ao prazer e a sensualidade, e não apenas a reprodução, existe possivelmente há 35.000 ou 10.000 anos (…).  Podemos encontrar nesse período a base de nosso comportamento sexual”, afirma o arqueólogo.

Foi uma pedra esculpida e quinze esculturas que representam seres humanos em detalhes de sua anatomia – coisa rara no período pré-histórico – que o convenceu a montar a exposição.

As obras nos permitem descobrir, na sua opinião, as posições sexuais mais variadas, com cenas de masturbação, brinquedos eróticos, um caso potencial de bestialidade e até mesmo uma cena  voyer.

As placas não são novidade, já foram analisadas antes, mas ficaram guardadas ou nunca foram mostradas a partir deste ponto de vista da sexualidade, principalmente no tocante a expressões de relação homossexual que algumas dessas imagens indicam.

Como afirma o arqueólogo: « Vocês imaginam o que seria descrever em 1930 ou 1960 as cenas que aparecem nessas placas?”

As Vênus paleolíticas, e suas célebres representações dos atributos femininos, também estão presentes na exposição. Elas ilustram “o conceito de mulher ligada à reprodução”, mas enfatiza o curador:

“… nós descobrimos também um mundo que via o sexo como prazer. Há uma gravura sobre uma placa de pedra que mostra uma mulher de quatro diante de uma pessoa. E, coisa rara, uma outra pessoa em close que os observa. Nós não temos conhecimento de uma cena desse tipo, nem podemos afirmar que o voyerismo realmente já existia, mas parece que ele existiu”.

A exposição evocará também objetos esculpidos em forma de falo, em osso ou pedra “bem conservados”, que podem ter servido como objetos eróticos, embora não seja possível dizer se eram usados por homens ou mulheres.

Uma gravura explícita encontrada sobre uma placa de pedra na caverna La Marche, próxima de Poitiers, na França, assim como outros vestígios descobertos na Europa, indicam por outro lado, sem sombra de dúvida, segundo Marcos García, que o sexo oral também já era praticado naquela época.

Alguns observadores vêem duas mulheres nesta cena. E se apoiam em outras famosas relíquias, como as fêmeas de Gönnersdorf, uma gravura de duas mulheres abraçadas encontrada na Alemanha, para afirmar que a homossexualidade existia também desde aquele período.

O curador da exposição defende que apesar das evidências, não é possível provar nenhuma dessas práticas (ou nem todos tem a mesma interpretação).

“É uma mulher ou um homem? Difícil dizer. Uma série de gravuras poderiam efetivamente demonstrar que a homossexualidade existia já naquela época, principalmente porque essas figuras são de nossos semelhantes, biologicamente. Mas isso é cientificamente difícil de provar através de gravuras.

Para Jim Neill, autor das “Origens e papel das relações homossexuais nas sociedades humanas“, é inevitável que as práticas homossexuais tenham existido no período paleolítico”. Explica ele:

” Os comportamentos homossexuais comumente observados nos primatas [...], e  sobretudo os comportamentos sexuais mais elaborados, mais próximos dos humanos, mostram que o forte potencial de relações homossexuais é uma característica geral entre os primatas, incluindo os humanos.”

No entanto,  como também ocorre em torno das cenas heterossexuais mais ousadas, há um grande silêncio que sempre pesou durante um longo tempo. Reflexo, segundo Jim Neill, do “forte tabu em torno da homossexualidade que reina nas comunidades científicias e acadêmicas até hoje”.

Pergunta:  você não acha que a exposição indica que no meio acadêmico e científico a interdição dos atos e práticas homossexuais também pode ser considerada “pré-histórica”, ou seja, as análises deste período histórico sempre foram feitas a partir de um olhar “puritano”  que refletem práticas retrógradas e, infelizmente, também ancestrais?

Foto: placa da caverna La Marche, em Poitou-Charentes, datada de 14000 anos (Marcos García Díez). O catálogo da exposição ainda não foi editado, esta foto é a única disponível.


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13 agosto, 2010 em 23:13 porJulia Tenório

Tags: arqueologia, Atapuerca, caverna La Marche, homossexual, homossexualidade, interdição, Marcos García Díez, objetos_eróticos, pré-história, pré-histórica, Sexo na pedra, sexo_oral, voyer
Publicado em Curiosidades/Notícias, Sexo e Arte | 2 Comments »

10 ago 2010

Fetichic: a revista da fotografia fetichista

Dedicado a expor fotografias fetichistas, o site francês Fetichic: le magazine de la photographie fétichiste, busca preservar a arte do fetiche, expondo uma variedade de fotos e artistas em toda a diversidade que o gênero permite.

manondesgryeux

Segundo o editorial do site, a ideia da revista eletrônica surgiu diante do desaparecimento gradual de revistas especializadas no tema fetichista e a queda de influência da mídia tradicional nessa área.

O objetivo não é “substituir os sites pessoais dos fotógrafos, mas oferecer uma lista abrangente e o mais variada possível” do gênero e seus muitos artistas, afirmam os editores.

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As fotos são acompanhadas da referência dos artistas (sites e portfólio pessoais) e uma pequena entrevista (em francês) com o artista, composta de três perguntas:

1) Qual sentimento você deseja passar com suas fotos?
2) Quais são suas influências?
3) Você realiza unicamente fotos fetichistas?

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A visita vale a pena, mesmo para aqueles que não lêem francês. Afinal, o site é uma ótima fonte de referências em imagens fetichistas e, claro, as imagens valem mais do que mil entrevistas!

Voilá!

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10 agosto, 2010 em 18:09 porJulia Tenório

Publicado em Sexo e Arte | 3 Comments »

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